domingo, 25 de março de 2007

Delírios

As painas cobrem
De filosofia o tapezal
Do Parque

Num canto da alma
Regurgitam trinos
E assovios

Delírios rumores
Desenham cristais
De um céu oblíquo

Teus braços nus
Erguem promessas
Pálidas esperanças

Assim vais crescer
No vazio do tempo
Tua luxúria de palavras?!

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