As painas cobrem
De filosofia o tapezal
Do Parque
Num canto da alma
Regurgitam trinos
E assovios
Delírios rumores
Desenham cristais
De um céu oblíquo
Teus braços nus
Erguem promessas
Pálidas esperanças
Assim vais crescer
No vazio do tempo
Tua luxúria de palavras?!
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